A introdução progressiva de alimentos orgânicos nas escolas, estimulada a partir da sanção da Lei 16.140 em Março de 2015, durante a gestão do prefeito Fernando Haddad, refletiu de forma positiva no crescimento e desenvolvimento de pequenos produtores rurais.

A Lei 16.140 tornou obrigatória a inserção de produtos orgânicos ou de base agroecológica na alimentação escolar no município de São Paulo.

Segundo a apuração do PMA (Programa Mundial de Alimentos), da ONU (Organização das Nações Unidas), a merenda escolar alimenta uma a cada cinco crianças regularmente matriculadas em escolas no mundo todo. Esta apuração representa tanto os alunos que se alimentam somente da merenda escolar, quantos os que se alimentam em casa, frequentam as cantinas escolares ou levam algum complemento para o lanche.

Os benefícios desta realidade aos alunos são diversos, pois além de incentivá-los a optar por alimentos mais saudáveis e sustentáveis, auxilia na redução de possíveis distúrbios alimentares e conferem um excelente rendimento para a maturidade física e psicológica das crianças.

O Brasil vinculou a introdução de alimentos mais saudáveis na merenda escolar com a aquisição de produtos da agricultura local, proporcionando mercado para oferta da produção a preço acessível, assegurando a estabilidade e permanência do agricultor no campo.

Democratizar o consumo de orgânicos é fazer valer nossos direitos.